1 de abril de 2014



O estilista que mais admiro e que por coincidência ainda é meu xará, chama-se Alexandre Herchcovitch. Admiro suas criações, sua personalidade. Seu trabalho não deixa nada a desejar comparado aos outros top´s internacionais.
Em seu novo projeto o estilista "ataca" de fotógrafo e escritor, lançando um livro pocket de viagens (com o melhor de quadro cidades. Entre elas a cidade dos meus sonhos: Paris!



Ele conta que resolver escrever o guia porque sempre gostou de viajar e se acostumou a dar dicas aos amigos. -"A primeira impressão é marcante e Paris me deixou sem fôlego": Diz Herchcovitch, que há vinte anos atrás ganhou uma passagem para lá em um concurso de jovens estilistas, desembarcou em plena semana de moda.

 "-Muitos amigos fizeram questão de apresentar a cidade, mas foi aos poucos que o estilista foi se familiarizando  e elegendo os seus cantos favoritos, e é claro vindo do "poderoso" Alexandre, com seu gosto refinado, vale a pena anotar e conhecer seus lugares favoritos, como a Rue Tiquone, zona comercial badalada, cheia de grifes e brechós lado a lado, mais bares e restaurantes super aconchegantes. Só por conta dos brechós,já quero conhecer, amo loucamente moda sustentável.



Agora se tiver afim de um passeio romântico, Alê (intimo já heeim?rs) sugere o bairro de Saint-German-des-Prés, e suas ruelas delicadas e avenidas glamourosas, e o mercado de pulgas em Saint-Ouen, se você amar decoração antiga e ideal para aqueles que buscam inspiração."-É umas das cidades mais bonitas do planeta, amo andar sem destino, onde o céu e tudo ao redor parece ter sido criado para ser admirado". completa Alexandre H.



ONDE FICAR:
"-Fico sempre no mesmo lugar há anos, o Hotel Du Pais de Calais, é relativamente simples, mas acolhe com muito conforto".



ONDE COMER:
"-Reservar uma mesa é sempre a melhor maneira de entrar com o pé direito em Paris, dá pra fazer online pelo site lafourchette.com . Um dos dos restaurantes que indico é o Georges  no centro Pompido, tem uma vista incrível dos testo de Paris e excelente comida. Vá de salada cepestre".



ONDE COMPRAR:
"-Paris conta com um dos comércios mais ecléticos do universo, entre meus achados, a loja Miller et Bertaux (17, Rue Ferdinand Derval), escondida nos Marrais, com roupas e tecidos naturais, perfumes e velas".



O livro se chama: NOVA YORK, LONDRES, PARIS E TÓQUIO: O guia de viagem de Alexandre Herchcovitch, pela editora PULP, custa em média  R$ 110,00. Vale a pena adquirir. Não vejo a hora de conhecer Paris, e postar aqui os meus pontos favoritos! rs.

Texto: Alexandre Laurindo Araujo (Referências: Revista ELLE edição de Outubro de 2013).

11 de março de 2014


''Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo, temos todo o tempo do mundo."(Legião Urbana)

A definição de sucesso e beleza genuína de um grande espetáculo não está no ápice de cena mais esperada, quando o ator consegue emocionar o público e é ovacionado. Um grupo musical, com uma carreira e êxito em turnês e vendas de discos, não pode ser considerado "pleno" por conta de números que foram alcançados.


O movimento encantador de uma bailarina, na sua dança graciosa, é quando ela deixa de ser uma mera garota moradora de favela, para  ser uma artista de palcos internacionais e de movimentos milimetricamente perfeitos... Esses elementos, esse reconhecimento, não pode ser o item "chave" para afirmar o quão bem sucedida ela é.


Quantas horas de expectativa atrás das coxias, por detrás das cortinas. Pessoas gastam tempo se dedicando às suas paixões, aquilo que as alimentam, aquilo que são vocacionadas. Elas se sentem vivas, mesmo com tantos sacrifícios.
Horas de sono se perdem, dias e meses longe da família, desgaste emocional e físico. Quando são desafiadas por tantos que apontam, criticam e desacreditam, e no final ela consegue extrair o seu melhor, como os perfumes, iguais aos vinhos,  ao longo dos anos tornam-se mais "apurados" e atingem a excelência.


O que impulsiona alguém a levar um sonho adiante? Conseguir descobrir isso é encontrar a beleza, é andar de mãos dadas com a felicidade. Depois disso, ninguém consegue tirar essa certeza em continuar. Acho que primeiro é necessário estabelecer quais são os motivos corretos, o que impulsiona, e para isso,deve-se fazer um mergulho profundo dentro de si mesmo em busca de respostas.


Os conflitos internos, a sociedade que por diversas vezes subestima, lutar contra é escolher um caminho árduo, com um final feliz. A gente ouve histórias de êxito, e eu particularmente ouço bastante e me comovo, de certa forma me estimula. Por um longo período, eu desacreditei em muita coisa, desacreditava em mim, em minha própria capacidade.


 As pessoas sempre faziam questão de falar que eu sonhava demais, que era impossível, e para completar eu ainda me importa muito com as opiniões alheias. Se libertar disso tudo não é fácil, mas vale muito a pena. A gente amadurece. Imagina se Susan Boyle, com seu perfil nada comercial (assim que era vista) tivesse desistido de participar do programa de talentos... Ela abre a boca, eu sempre me arrepio. 


Renato Russo ficou por anos acamado por conta de um sério problema de saúde, e foi nesse período que ele escreveu suas melhores canções. Se os integrantes dos Beatles não tivessem abandonado o conforto de casa e fossem em busca de seus sonhos? Não teríamos conhecido as melhores músicas da história.


Aquilo que hoje não segue um padrão, que é ridicularizado, que não é especial aos olhos de muitos, amanhã pode ter seu nome na história. Seja qual for a manifestação artística, pessoas que buscaram fazer algo que tocassem a essência do ser humano, mesmo que não tenham recebido em vida o reconhecimento merecido, suas obras foram imortalizadas, rompem gerações, emocionam ao longo dos anos. Muitos podem até estabelecer limites, mas escolher parar é uma decisão individual.


Um dos movimentos que mais admiramos, é o Rockabilly, não apenas com relação as tendências de moda, mas por sua amplitude em busca de novos horizontes. Já Falamos dele (aqui), por volta dos anos 50 com a junção de muitos estilos musicais, surgiu essa cultura.


 Para os meninos, o topete (sempre bem montado fio-a-fio) marca registrada de Elvis Presley. As camisas xadrez, suspensórios e calças super skinnys mostrando o tornozelo nunca estiveram tão em alta, mesmo sendo um visual tão retrô. Eu amo demais.  Usando essas referência, montei meu look.
  

Então girls, ainda nessa vibe "rocker",escolhi algumas peças marcantes de algumas épocas.  O modelo mullet do corte da blusa, surgiu nos anos 70, inspirado nos cortes de cabelo, onde a parte trás era maior, que ficou famoso aqui no Brasil com Chitãozinho e Xororó(rs).


 Em 2013 essa tendência viral tomou as ruas. A saia de vinil no corte godê  imprime muito dos anos "dourados", década de 60, permite ficar feminina com uma pitada de rebeldia. Acho esse equilibrio importante. 


"Isto é impossível. 
Só se você acreditar que é.
Às vezes, eu acredito em seis coisas impossíveis antes do café da manhã.
Um: Há uma porção para te encolher.
Dois: Um bolo que pode te fazer crescer.
Três: Animais que podem falar.
Quatro: Gatos que podem desaparecer.
Cinco: Um lugar chamado país da maravilhas.
Seis: Eu posso...”

(Alice  in Wonderland)

Priscila usa:
Saia: Savoir Faire
Blusa: Zara
Jaqueta: Zara
Cuturno: Zara
Cinto: Zara


Alexandre usa:
Calça: Tesoura de Ouro
Jaqueta: Tesoura de Ouro
Camisa: Tesoura de Ouro
Sapato: Melissa
Suspensório: Porão do Rock
Óculos: ZeroUV

Fotos: Bruno Souza
Texto: Alexandre Laurindo Araujo e Pricila Rodrigues Araujo
Edição: Priscila Rodrigues Araujo e Augusto Azevedo
Local: Espaço Cultural Renato Russo


21 de fevereiro de 2014


Esta frase épica, do livro O Pequeno Príncipe, do autor Antoine de Saint-Exupéry (que aliás é o livro preferido da Priscila), me faz refletir em muitas coisas. Há alguns meses tenho pensado o quanto perdemos tempo falando bobagem e esquecemos de falar o essencial.


Os relacionamentos tem se tornado cada vez mais "frios", superficiais e cheios de protocolos. É mais ou menos assim: O que eu vou ganhar com isso? O típico pensamento de quem ajuda esperando algo em troca.


Ouvi um ditado que diz: Quem luta com monstros, deve ter cuidado para não se tornar um. As competições predatórias, as imposições sociais, a intolerância obtida por uma carga de stress, o capitalismo... Contribuem para sufocar a sensibilidade do ser humano, e fazer morrer dentro de nós a  criança que deveria existir para sempre!


Eu penso que todos os dias é uma oportunidade de resgatar as coisas simples da vida, de reaprender a se impressionar com o maior espetáculo da natureza que é o nascer e o pôr-do-sol todos os dias.



Tirar alguns minutos e olhar para o céu azul, e ver nas nuvens vários formatos de bichos e outras criaturas (eu me divertia tanto fazendo isso quando criança).


Mas aí a gente cresce, assume responsabilidades, com tantos desafios para enfrentar, conquistas,decepções, coisas que fazem parte da vida.


 E tenho que confessar que em alguns momentos eu esqueci de ver a beleza das coisas simples, achava que a minha felicidade dependia inteiramente de coisas materiais, ainda bem que estava enganado.


O que mais importa, de verdade, são as pessoas que nos amam! Tanto a nossa família, quanto aos amigos, pessoas que surgem às vezes de formas tão inusitadas, e ficam por muitos anos. Comer, sorrir, chorar, conviver com essas pessoas é tão bom e imprescindível para ter momentos de qualidade.


 E por falar nisso, o dia em que fizemos esse editorial estava simplesmente lindo. Todas as coisas contribuíram para as fotos: O sol de fim de tarde era perfeito, as nuvens pareciam algodão e o azul do céu? Gente, é sério, até as pessoas que passavam por perto, pareciam figurantes de filmes românticos retrô.


Sempre pensamos como seria viver em outra época, conhecer a cultura. As tendências e como as pessoas se vestiam. Algumas peças acabam sendo características de alguns anos, mesmo quem não entende muito de moda sabe identificar um vestido dos anos 50 e os óculos de bolinha dos anos 70. E por romperem gerações permanecem no armário dos vanguardistas.


 O nosso gosto pela moda é muito parecido, somos apaixonados pelo estilos vintage e os ícones retrôs são tão charmosos. 
Agora, imaginem estar sob o céu de Paris, ao pôr-do-sol? O que gostariam de vestir? 


Então meninos, sou apaixonado por objetos, roupas e outras coisas com cara de que vieram de outra época. Sempre procuro mesclar o vintage à algo atual. Minha intenção ao montar esse look era fazer uma leitura do que talvez os soldados e militares em dias de folga usariam.


A boina e a medalinha que usei, foram as duas primeiras peças escolhidas, elas abriram passagem aos outros itens. Além de muito confortáveis, o mocassim é pratico e combina com muita coisa. Foi escolhido na cor vermelha pelo "ar" navy que traz a produção.


 Equem não ama a t-shirt Jack Daniel's? Não se sabe ao certo de onde essa moda surgiu. Muitos astros de Hollywood só subiam ao palco acompanhados de uma garrafa desse whisky, ela da um "Q" de rebeldia e jovialidade!


E para nós meninas, montei um look super confortável digno de assistir o pôr-do-sol em Paris rs... Busquei referências nos anos 50, 80 e 90, acho que vocês já perceberam minha paixão por saia gode de cós alto né? rs... Elas surgiram com o New Look de Dior e passou por diversas releituras nesse período de tempo, atualmente ela é tendência e é adotada principalmente por It Girls do mundo inteiro, a ideia inicial desse modelo era fazer a dona de casa parecer uma boneca, o que é nítido nas fotos de mulheres dessa época e eu adoro isso porque sou fã do estilo boneca.


 Combinei com um cropped que estou simplesmente apaixonada, adorei a gola assimétrica e principalmente a cor amarela, que é minha favorita. O cropped surgiu no oriente e era um acessório das odaliscas quando praticavam a dança do ventre, depois migrou para a América do Norte.


 Fez sua primeira aparição na série "The Dukes of Hazzard" (1979) e depois no filme "Footloose"(1984) e essa moda virou febre. Ele aparece também nos anos 90, mas dessa vez deixando o umbigo a mostra, o que não é de muito agrado na minha opinião, acho que muitas de vocês vão lembrar da coleção da Dolce & Gabbana  de 2012, que teve um editorial lindo feito aqui no Brasil onde o principal foco era o cropped ,a saia lápis e com pregas que eu simplesmente amei e a partir dai começamos a adotar o top que definitivamente veio pra ficar.


 os detalhes finais ficam por conta da bota Folk que não da vontade de tirar do pé nunca, de tão perfeita. Para um passeio onde vou levar apenas o necessário, a clutch lips é uma ótima pedida, com design divertido, na cor preta fica super discreta e da um toque de originalidade ao look e o chapéu que é um ótimo companheiro em dias de sol.


De fato. Quando é meio-dia nos Estados Unidos, o sol, todo mundo sabe, está se pondo na França. Bastaria poder ir à França num minuto para assistir ao pôr-do-sol. Infelizmente, a França é longe demais. Mas no teu pequeno planeta, bastava recuar um pouco a cadeira. E, assim, contemplavas o crepúsculo todas as vezes que desejavas...

"Le Petit Prince" 


Priscila usa:
Clutch Lips: Savoir Faire
Saia: Savoir Faire
Cropped: Marisa
Sapato: Acervo
Chapél: Zara

Alexandre usa:
Calça: Tesoura de Ouro
T-shirt: Diverteen
Sapato: Free Center Calçados
Chapéu: Riachulelo
Óculos: ZeroUV

Fotos: Bruno Souza
Texto: Alexandre Laurindo Araujo e Pricila Rodrigues Araujo
Edição: Priscila Rodrigues Araujo e Augusto Azevedo
Local: Torre de TV/Brasília.


10 de fevereiro de 2014


Existem seres humanos brilhantes, definitivamente, acredito nisso. Pessoas tão geniais, com uma mente incrível. São capazes de transformar tudo ao redor usando o talento, e porque não dizer o "dom" que as acompanham desde o nascimento. 


E isso não as faz melhor que as outras, elas se destacam, deixam uma marca no mundo, apenas porque de alguma forma conseguiram se desenvolver.


 Foram lapidadas de tal forma, que é impossível esconder o seu brilho. Igual as estrelas sabe? Possuem luz própria. Durante o dia, quando ninguém as vê, lá no cantinho delas, ainda assim, brilham!


 Um dos seres mais geniais que já existiu, foi sem dúvidas Charles Spencer Chaplin, conhecido mundialmente como Charles Chaplin. Quando eu era bem pequeno, minha mãe falava sobre ele toda empolgada, contava sobre os filmes...


 Enfim, mas na minha imaginação limitada de criança, pensava que ele fosse apenas um palhaço. Ele foi bem mais, era preciso uma trupe inteira de palhaços para talvez se equiparar com o talento e a genialidade de Chaplin. 


Gracioso e genial são duas palavras que a Priscila sempre usa para definir coisas, pessoas e situações que ela acha demais. Esses dois adjetivos de forma simples definem esse grande diretor, ator, produtor, humorista, empresário, escritor, dançarino e músico britânico.


 "A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que eu amava, sem tirá-las do coração"... Essa frase memorável de Charles Chaplin, unida à doçura de sua obra: O CIRCO, filme gravado em 1928, foi nosso incentivo para fazer uma reflexão e trabalhar nesse editorial.


 Todos sonhamos em encontrar alguém para amar. É tão bom ficar apaixonado. Os dias ganham novas cores e a gente descobre um novo sabor para a vida. De modo inconsciente, você começa a fazer planos, imagina o futuro e todas as coisas que poderão fazer juntos.  


 A sutileza dos olhares, os sorrisos largos, parece até que o tato aguça. É engraçado, como faz bem lembrar que tem alguém pensando em você. Mas e quando chega o momento de abrir mão? Sim, porque amar alguém é isso, estamos falando do sentimento que sempre preza o bem estar do outro, não tem espaço para o egoísmo.


 Dai a gente lembra que deve pesar o que dói mais: Ver a pessoa partir, ou vê-la infeliz? Uma das cenas mais lindas do filme O CIRCO, é quando a bailarina maltratada pelo pai, agora está toda sorridente, tão feliz, acabara de casar com o homem que ela ama e um futuro bem melhor pela frente.


Logo em seguida, Chaplin, que a ama tanto, sai atrás, jogando grãos de arroz nos noivos. Ele não está amargurado, pelo contrário, a felicidade dela, também é a felicidade dele. 


 O sorriso dele é verdadeiro, ele deseja do fundo do coração que eles sejam felizes, e os deixa partir.
  

 Ao longo da vida, vamos encontrar muitas pessoas carregando na bagagem uma história intensa, assim como a nossa. E quando elas se misturam, teremos mais belas histórias para contar. 


E se a gente pensar que nunca, nada e ninguém pode apagar o que vivemos, vamos conseguir ser melhores amigos, namorados, pais, filhos...Vamos entender o significado de amar.  


 Para compor o look desse editorial, fizemos uma releitura dos figurinos no filme, atualizando a ideia, mas sem abandonar a essência, para que possa ser utilizado no nosso dia-a-dia.


Blazer e calça preta, camisa branca, que são peças básicas. O chapéu coco, que eu amo e a gravata borboleta que sempre dá um toque retrô ao visual.


O Tutu de bailarina que é super volumoso perde algumas camadas que resulta em uma saia mais leve e que pode ser usada em várias ocasiões, junto com o corselet dá o visual perfeito de uma bailarina moderna e romântica com um toque de sensualidade.


E é claro, uma bailarina não pode ficar sem sua sapatilha de ponta e o toque final fica por conta do coque com tranças, que eu fiquei simplesmente apaixonada.



"Ah o amor;
As vezes como flores;
E as vezes como espinhos;
As vezes nos traz dores;
E outras vezes sorrisos;
Muita gente, o confunde com paixão;
Mas se te pega de verdade, nunca sai do coração;
Sempre te faz chorar, por tristeza ou alegria;
Mas não precisa ter medo;
No fim tudo é calmaria;
Temos um amor;
E você também vai amar ;
Entre nessa dança;
Vou-me embora pra França."



Priscila usa:
Saia: Savoir Faire
Corselet: Filipe Aciolly
Sapatilha: Acervo

Alexandre usa:
Calça: Tesoura de Ouro
Camisa: Tesoura de Ouro
Blazer: Renner
Sapato: Zara
ChapéuZara
Gravata Borboleta:Zara

Fotos: Jacquelinne Sousa e Augusto Azevedo
Texto: Alexandre Laurindo Araujo e Pricila Rodrigues Araujo
Edição: Priscila Rodrigues Araujo e Augusto Azevedo
Local: Circo Mundial.




 
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